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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ENCONTROS EM 2010

Da esquerda para a direita: Joanita, eu, Lessivan, Paulo Lima e Inês
em foto tirada pelo meu marido, Rubens.
Ontem reencontrei Inês, uma ex-colega de colégio. Apesar de terem comparecido poucas pessoas, foi um encontro muito divertido na qual pudemos atualizar as notícias sobre cada um de nós. Como não podia deixar de ser, o centro das atenções foi a Inês, motivo pelo qual todos estavamos ali. Inês não mora aqui e não pode ir ao nosso encotrão realizado em dezembro passado.
A conversa foi massa! Foi de Euritmia e Antroposofia até Matutu e Aiuruoca (MG) - onde é a casa de Inês - passando por paixões adolescentes enrustidas, lavagens intestinais, viagens pelo mundo e energia solar. Variado, não? Mas com 30 anos de resgate para fazer, não poderia ser diferente, não acha?
Inês e Paulo Lima.
Inês é uma figura ímpar: uma mulher que sobreviveu a um naufrágio! Sim. Isso tem uns 20 e poucos anos. Inês ia para Abrolhos com o então namorado americano, num barco de pesca, quando o barco virou. Todos os tripulantes de passageiros morreram. Apenas ela e o namorado se salvaram. Isto porque os dois optaram por tentar ir à terra firme a nado, para encontrar socorro. Nadaram por 18 horas, até que conseguiram encontrar ajuda. Sorte? Destino? Coragem? Acho que tudo isso junto. Mas mais do que isso, acho prevaleceu também a presença de espírito de Inês, que é uma pessoa muito otimista e determinada.
Fiquei feliz por, depois de tanto tempo, reencontrá-la assim, com seu espírito de luta e alegria de viver tão preservados! Hoje, casada com o namorado que sobreviveu com ela ao naufrágio, Inês mora em São Paulo, onde concluiu recentemente o curso de Euritimia. Mas pretende voltar logo ao Matutu, bairro rural de Aiuruoca, cidadezinha do sul de Minas, onde criou as duas filhas que já estão entrando na fase adulta.
Lessivan também falou da sua trajetória de funcionário do Banco do Brasil à ruralista em Brejões (Ba) onde planta café e cria gado. Joanita, arquiteta também falou sobre a sua profissão e fez um resumo do seu trabalho. E Paulo Lima, ficou com a parte da energia solar, já que ele é formado em engenharia elétrica e possui uma empresa especializada em projetos de eficiência energética. Também falei sobre a minha profissão e o meu trabalho, sem deixar de fazer uma autocrítica com relação a determinados setores da imprensa. Maravilha, né?

O QUE DIZEM OS TERAPEUTAS...
Segundo Joanita e Inês, dizem os terapeutas, que, quando as pessoas vão chegando perto dos 50 anos, elas têm a necessidade da fazer esse resgate de suas origens. Então deve ser isto que estou vivendo. O mais enggraçado foi que eu não busquei isso. Isso está acontecendo na minha vida em função da necessidade de outras pessoas. E quer saber? Estou gostando!

RESUMINDO...
Este ano devo visitar a fazenda de Lessivan em Brejões, a casa de Ângela em Maceió e a casa de Inês em Matutu (MG).

Pé quente, cabeça fria!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

ONDE VOCÊ VAI PASSAR O REVEILLON E OUTRAS PERGUNTAS

Está provado que o clima do fim do ano deixa as pessoas muito mais emotivas. É como se tudo fosse embalado por uma mesma trilha sonora de comercial de TV, marcas do que se foi, sonhos que vamos ter... Afff! Me chamem do que quiserem. Mas acho tudo isso o ó!

Isto porque ter sentimentos de reveillon apenas no reveillon é muito óbvio, não? Gostaria de ter sentimentos de reveillon o ano inteiro. Aliás eu acho que eu tenho sentimentos de reveillon o ano inteiro. Gosto de lembrar dos meus amigos queridos e estar perto deles de mãos dadas cantando, celebrando, comendo e bebendo, independente se é natal, carnaval, reveillon ou São João.
Carlãozinho da Bahia, também conhecido pela nata da catrevagem do Doron como Little Big Charles of Bahia é um desses amigos queridos. De tão querido, já virou personagem desse Faniquito, merecendo vários posts. Também, de vez em quando, apareço nos posts do seu blog. Ontem, esse meliante me mandou um comentário que é a prova cabal de que as pessoas ficam sem noção no revellion. Estava indo muito bem ao falar da nossa amizade sincera, da minha cirurgia e me desejar um "ano novo de felicidades, conquistas e muita paz." Aí, no finalzinho, melou: "Lembrei no Natal do dia em que pegamos uma fila infernal na Mesbla para comprarmos o CD dos Mamonas Assassinas, lembra?"
Rapaz! Amigo com boa memória é uma DESGRAÇA! Imagina se uma jovem como euzinha sei lá o que é MESBLA! Será algum planeta de outra galáxia? Tome jeito, Carlão! Você me decepcionou ao revelar essa lama do meu passado... Mas eu te perdôo. É o clima do fim do ano... Eu sei, eu sei...
Só por uma questão de curiosidade histórica, fiz uma pesquisa na internet e descobri uma foto da fachada de um loja que tem esse nome, na qual, segundo meu amigo Carlão, eu e ele enfrentamos uma fila infernal comprar um CD dos Mamonas Assassinas... Para sua sorte, amigo Carlão, eu tenho uma PÉSSIMA MEMÓRIA!

FELIZ ANO NOVO PRA VOCÊ TAMBÉM!!!